sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Eleição FEPESCA e IECOS (Campus de Bragança/UFPA)

Olá estudantes da Faculdade de Engenharia de Pesca e demais estudantes pertencentes ao Instituto de Estudos Costeiros (IECOS), estamos em tempo de eleição para diretores da FEPESCA e do IECOS, portanto não percam o dia da eleição, vamos participar ativamente classe estudantil, a eleição ocorrerá no dia 29 de Agosto de 2013 no Hall do Campus de Bragança. A eleição será simultânea para a votação dos diretores da FEPESCA e IECOS, no entanto, só participarão da votação da FEPESCA os estudantes, professores e servidores da respectiva faculdade (Para não ter duvida). Para a votação do IECOS estão aptos todos os estudantes (Engenharia de Pesca, Ciências Biológicas e Ciências Naturais), como também os docentes e técnicos administrativos. 



Quem são os professores que estão concorrendo aos cargos?

  • FEPESCA

Chapa "Pro 4"
Prof. MSc. Marcos Brabo para Diretor.
Profa. Dra. Zélia Nunes para Vice-diretora.


  • IECOS

Chapa
Prof. Dr. Pedro Chira para Diretor.
Profa. Dra. Simoni Santos para Vice-diretora.

Apta desenvolve caviar de truta

Apta de Campos do Jordão realiza estudos para obtenção de caviar de truta, que pode beneficiar pequenos produtores da região

Considerado uma iguaria gastronômica, o caviar é obtido das ovas do peixe esturjão e tem elevado valor de mercado. O peixe corre risco de extinção, o que poderá diminuir a oferta e aumentar ainda mais o preço do produto que já é caro. Estudos em todo o mundo buscam espécies alternativas para substituir o esturjão. E um deles é a truta arco-íris, pesquisada pela Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta), de Campos do Jordão, única instituição brasileira especializada nesse peixe.

O caviar de truta é composto de 6% a 8% de lipídios totais, proteína bruta de 24% a 27% e teor calórico de cerca de 180 calorias a cada 100 gramas de ovas. Atrativo para o consumidor é o preço. Enquanto 100g do caviar importado variam de R$ 480 a R$ 15 mil, a embalagem de 40g do similar de truta alcança R$ 20. “O caviar de esturjão tem ovas pequenas, com sabor intenso, salgado e odor marinho e o de truta mostra ovas maiores e sabor e odor delicados”, afirma Thaís Moron Machado, pesquisadora da Apta.

A pesquisadora realizou estudo de mercado em restaurantes de Campos do Jordão e os estabelecimentos demonstraram interesse em utilizar o novo caviar. “Alguns usam essa ova oriunda de alguns produtores artesanais. Pretendemos oferecer a tecnologia até o final deste ano”, afirma Thaís. A principal utilização nos restaurantes é na decoração de alguns pratos e também para a produção de sushis e temakis.

Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior indicam que o caviar e sucedâneos importados no Brasil são consumidos basicamente em São Paulo e Rio de Janeiro. Números do Ministério registram que em 2001 foram importados 457 quilos de caviar e seus parentes pelo Brasil; já em 2010, o número saltou para 6.931 quilos, ou seja, um aumento de 758%.

Até abril de 2011, foram importados 864 kg de caviar e similares, sendo 166 kg por São Paulo e 698 kg pelo Rio. “Com a expansão de restaurantes japoneses, ampliou-se o mercado para além dos limites de municípios que integram as estâncias balneárias serranas do Brasil, locais onde são produzidas as trutas”, explica a pesquisadora.

A criação de truta no Brasil é um empreendimento pequeno e familiar, pois os recursos hídricos favoráveis são pouco volumosos, resultando em unidades com baixa escala de produção. A alternativa é a diversificação de produtos com valor agregado, como o caviar, que pode gerar uma complementação da renda do produtor.

A truta é da família dos salmonídeos, como seu primo famoso, o salmão, e é natural dos rios da costa pacífica da América do Norte. As trutas da Apta de Campos do Jordão, com peso médio de 800 gramas, apresentam filé com 1% a 2% de lipídios totais, proteína bruta de 18% a 22%, e teor calórico ao redor de 125 calorias para 100g de filé.


Diário Oficial do Estado de São Paulo, 15 de agosto de 2013

Conselho Universitário aprova Campus de Ananindeua



O Conselho Universitário – Consun – da Universidade Federal do Pará (UFPA) aprovou a criação do Campus de Ananindeua durante reunião extraordinária realizada nesta segunda-feira, 12 de agosto. O campus será construído na Granja do Icuí-Guajará, antiga residência do governador, mas funcionará, temporariamente, nas dependências da Faculdade da Amazônia (FAAM) até que as obras sejam concluídas. A oferta de vagas para os dois cursos a serem sediados no referido campus - Engenharia de Materiais e Bacharelado em Ciências e Tecnologia - já ocorrerá no Processo Seletivo 2014 (PS – 2014).
O projeto de criação do Campus de Ananindeua vem sendo discutido desde 2010 e, por meio de parcerias e convênios firmados com a Prefeitura de Ananindeua, irá se tornar realidade ainda em 2014. A previsão de funcionamento temporário nas dependências da FAAM é de três anos até a conclusão do prédio do campus, que também dividirá espaço com a Universidade Estadual do Pará (UEPA) e o Instituto Federal do Pará (IFPA).
Estrutura - O futuro campus constará de cinco salas de aula, dois laboratórios de informática com 30 micros em cada sala, uma biblioteca, oito laboratórios diversos, três salas de secretaria, duas salas administrativas e uma sala de professores residentes. Os recursos virão do Ministério da Educação (MEC), em parte, já disponibilizados, segundo informa a coordenadora do campus, professora Edilza Fontes. Ainda segundo a professora, o campus também já tem vagas garantidas para concurso de servidores, técnico-administrativos e docentes.
“O Campus de Ananindeua se inicia em condições diferentes das de outros campi”, afirma Edilza Fontes, em referência a toda a negociação e ao apoio recebido por parte do MEC e da Prefeitura de Ananindeua para tal. Inicialmente, o quadro de pessoal do campus será mantido pela Prefeitura de Ananindeua e pela UFPA e consiste em quatro secretárias, cinco serviços gerais, dez auxiliares administrativos, quatro bibliotecárias e dez técnicos especializados. Com relação ao quadro docente, o projeto descreve que existe previsão de doze doutores até o final de 2013, e 20, até o final de 2014.
Mão de obra - Os cursos de Engenharia de Materiais e Bacharelado em Ciências e Tecnologia já estão com Projetos Político Pedagógicos em construção na Pró-Reitoria de Graduação da UFPA. Ambos ofertarão 50 vagas no próximo processo seletivo aberto pela instituição, o PS 2014. A ideia é que as graduações possam atender às necessidades de mão de obra mais qualificada na área industrial e das engenharias na região. O município de Ananindeua possui montante populacional de, aproximadamente, 660 mil habitantes e seu setor mais desenvolvido é o da indústria.

Texto: Jéssica Souza – Assessoria de Comunicação da UFPA
Foto: Laís Teixeira

terça-feira, 30 de julho de 2013

I° Inter Pesca de Futsal


O Centro Acadêmico de Engenharia de Pesca - CAEP/UFPA informa que ocorrerá dentro do XVIII Congresso Brasileiro de Engenharia de Pesca - CONBEP o I° Inter Pesca de Futsal. O evento será realizado nos dias 21 a 24 de outubro de 2013. A participação de todos os estudantes será muito importante para firmar o evento na programação dos próximos CONBEP.
Para mais informações e envio do regulamento: thiaguest@hotmail.com

domingo, 7 de julho de 2013

Já esta no disponível site do CONBEP 2013!

Olá Engenheiros de Pesca de todo o País, já está disponível o site da 18ª edição do Congresso Brasileiro de Engenharia de Pesca, em Paulo Afonso (BA).

Link do site: CONBEP



A Associação dos Engenheiros de Pesca do Estado da Bahia – AEP/BA, a Federação das Associações dos Engenheiros de Pesca do Brasil – FAEP/BR e a Associação Brasileira de Engenharia de Pesca – ABEP estarão promovendo no período de 20 a 24 de outubro de 2013, no município de Paulo Afonso, o XVIII CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE PESCA com o tema principal: Engenharia de Pesca: Responsabilidade sócio-econômica e ambiental para o desenvolvimento da pesca e aquicultura

O XVIII CONBEP apresenta-se como um espaço técnico científico para discussão de como gerar alimento e renda sem esgotar e/ou alterar de forma significativa os recursos naturais existentes, preocupação esta que está em consonância com organizações não governamentais, governos e sociedade civil de todo o mundo. A realização deste Congresso vem solidificar o Brasil, como um pólo emergente de pesquisa e produção de alimentos oriundos do meio aquático.

Brasil vai monitorar cultivo de peixes em reservatórios de hidrelétricas em tempo real

Fonte: MPA.gov.br
Sima Aquicultura será fundamental para análise da qualidade da água usada nos cultivos 
Passo importante para a transformação do Brasil em um grande produtor mundial de pescado foi dado hoje (27), em São José dos Campos (SP). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e a Embrapa Meio Ambiente lançaram o Sistema Integrado de Monitoramento Ambiental (Sima-Aquicultura), que vai permitir, a partir de julho, o acompanhamento da qualidade da água dos reservatórios de usinas hidrelétricas utilizados para o cultivo de pescado. O projeto começa a operar pela hidrelétrica de Furnas, em Minas Gerais, e será expandido para o todo o País. 
“O mundo tem fome e o pescado é fundamental para a segurança alimentar. Com o uso de 0,5% dos nossos reservatórios podemos produzir até 20 milhões de toneladas de pescado por ano e a água de qualidade é fundamental. Com esse sistema, vamos acompanhar, em tempo real, o comportamento da água utilizada para a produção do pescado, contribuindo para a preservação da qualidade deste importante recurso”, destacou o ministro da pesca, Marcelo Crivella. 
“O conhecimento que produzimos no Inpe e a mais alta tecnologia disponível está à serviço do desenvolvimento da aquicultura e da segurança alimentar do Brasil”, completou o diretor do Inpe Leonel Fernando Perondi. 
Em Furnas o sistema envolve seis sondas para o monitoramento ambiental das atividades de criação de pescado em quatro braços do reservatório. O equipamento repassa todos os dados para o satélite e permite a visualização em tempo real do que acontece no reservatório, via internet. O sistema tem por base o equipamento de monitoramento ambiental que vem sendo implantado pelo Inpe há 15 anos nos grandes reservatórios do País. 
As sondas serão imersas, a partir de plataformas flutuantes, nas águas dos parques aquícolas de Guapé 1 e 2, no município mineiro de Guapé (MG).
As cinco menores são capazes de registrar parâmetros da qualidade da água como PH, oxigênio dissolvido, temperatura em 15 profundidades, condutividade e turbidez. A maior, além destes parâmetros, verifica a radiação solar, a pressão atmosférica, a umidade relativa do ar e a direção e magnitude dos ventos.
Segundo Fernanda Sampaio, pesquisadora e coordenadora do projeto na Embrapa Meio Ambiente, as sondas mostrarão não apenas a influência da aquicultura no meio ambiente como também a de outras atividades produtivas na região, como a agricultura. As sondas também prometem se transformar em uma ferramenta de gestão para os aquicultores. “A detecção de uma corrente de ar frio, por exemplo, pode indicar aos produtores que não será necessário dar ração no momento aos peixes, porque com a temperatura da água mais baixa eles deixam o alimento de lado”, explica. No projeto, o MPA está investindo recursos da ordem de R$ 1,4 milhão e a Embrapa uma contrapartida de R$ 400 mil.