sexta-feira, 15 de abril de 2016

Centro de Pesquisas em Aquicultura do Nordeste Paraense será implantado em Bragança


A Universidade Federal do Pará (UFPA) está implantando o Centro de Pesquisa em Aquicultura do Nordeste Paraense (CEANPA), que será o primeiro do Estado. O Centro pertence ao Campus de Bragança e está atrelado aos cursos de graduação e de pós-graduação, por meio de pesquisas e também de associações de piscicultores da região. O projeto de construção do CEANPA foi submetido aos órgãos de financiamento e, recentemente, protocolado para o pedido de licenciamento ambiental à Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Bragança.
Importância – O CEANPA está diretamente vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Aquicultura e Pesca (PPGAQUAPEC), o qual se encontra em processo de submissão à Comissão de Aperfeiçoamento de Pessoal do Nível Superior (Capes). "As pesquisas poderão ser desenvolvidas em parcerias com outros programas, como o PPBA e o PPGCAM, já que alguns docentes do CEANPA estão vinculados a esses programas de pós-graduação”, ressalta a coordenadora do Centro, professora Zélia Pimentel.
A coordenadora ressalta, ainda, que o curso de Engenharia de Pesca de Bragança será beneficiado diretamente pela criação do CEANPA, em razão da sua área de atuação. Outros cursos também terão benefícios, como Ciências Biológicas, Ciências Naturais e Pedagogia, que poderão utilizar a infraestrutura para pesquisa.
Financiamento – A construção do Centro de Pesquisa está contemplada pelo Fundo de Infraestrutura - o CT-INFRA (2010/2011) e pela Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), com o Projeto 3053 FINEP/UFPA/FADESP/CT INFRA 2010/2011), o qual receberá o valor de R$ 1.244.780,00. Receberá, também, recursos  do setor do agronegócio (CT-AGRO), projeto 2866 (FINEP/UFPA/FADESP – CT/AGRO) para estruturação e operacionalização do CEANPA, no valor de R$ 820.300,00.
Parcerias – A extensão de docentes da Faculdade de Pesca (FEPESCA) e do Instituto de Estudo Costeiros (IECOS) é feita em parceria com a Secretaria Municipal de Economia e Pesca de Bragança. Também há associações com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (EMATER), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, (SEBRAE-Capanema), a Associação de Usuários da Reserva Extrativista do Caeté-Taperaçu (ASSUREMACATA), a Associação de Agricultores e Aquicultores de Nova Olinda (AGROMAR), entre outras parcerias. Segundo a coordenadora, ’’o Pará, por ser um Estado com dimensão continental e estar dentro da Amazônia Continental e Azul, necessita trabalhar o conceito de sustentabilidade. Esse é o nosso desafio: trabalhar para o desenvolvimento sustentável da aquicultura na Região Amazônica’’.
O Empreendimento - A área total do projeto de construção do CEANPA está prevista em 3,64 hectares, pouco mais de 36.000 metros quadrados, contendo um prédio, oito laboratórios para pesquisa e uma biblioteca. Os laboratórios serão de Tecnologia do Pescado, Qualidade de Água, Nutrição de Peixes e Camarões, Sanidade de Organismos Aquáticos, Reprodução de Peixes Amazônicos, Melhoramento Genético, Carcinocultura e Piscicultura Ornamental.
O projeto inclui, ainda, a construção de doze viveiros de 450 metros quadrados cada um, num total de 5.400 metros quadrados. Dois viveiros serão de decantação para o controle da acidez da água e um reservatório de abastecimento de 1.200 metros quadrados. A decantação receberá água drenada dos viveiros do laboratório.  A água poderá ser reaproveitada, bombeada para o reservatório e novamente utilizada nos viveiros, diminuindo o impacto ambiental.
O pedido de Dispensa de Licenciamento Ambiental – O pedido fundamenta-se no artigo 7°, da Resolução 413, de 26 de junho de 2009, do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA-MMA), responsável pelo Licenciamento Ambiental da Aquicultura. Segundo Zélia Pimentel, “os projetos executivos de infraestrutura para o Centro de Pesquisas em Aquicultura do Nordeste Paraense já foram elaborados. Foi feito o pedido de dispensa do licenciamento ambiental à Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Bragança”, disse.


Texto: Fábio Xavier – Assessoria de Comunicação da UFPA

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Cartilhas sobre Piscicultura no Estado do Pará


É com grande orgulho que o Centro Acadêmico de Engenharia de Pesca - CAEP/UFPA divulga as cartilhas desenvolvida pelo Professor de nossa Faculdade Dr. Marcos Ferreira Brabo e os membros do Laboratório de Piscicultura (LAPIS). As carilhas foram desenvolvidas visando contribuir para a formação dos estudantes, professores, produtores, projetistas, extensionistas rurais ou analistas ambientais atantes na área da piscicultura.

É um ótimo material indicado para estudantes, profissionais e produtores, contendo informações atualizadas e em linguagem acessível aos diferentes públicos, auxiliando em toda cadeia produtiva em uma piscicultura.


Faça o download das cartilhas:




sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Fazenda em Aperibé, RJ, cria camarões longe do mar e intriga moradores do interior

            


A fazenda já trabalha há um pouco mais de um ano. Produção altíssima e um produto final de qualidade. 

As estratégias adotas no sistema de produção proporcionam uma melhor produção com um custo de produção baixo.

Abaixo segue o link para visualização do vídeo:

A FDA acabou de aprovar o primeiro animal geneticamente modificado: Um salmão que cresce duas vezes mais rápido

Foto: Dois peixes da mesma idade. O salmão geneticamente modificado ao fundo e o salmão não modificado à 
frente. (AP / AquaBounty Technologies).































Após anos de revisões e controvérsias intermináveis, a FDA (órgão americano de administração de alimentos e medicamentos) aprovou nesta quinta-feira o primeiro animal geneticamente alterado da nação – um salmão projetado para crescer duas vezes mais rápido que o seu homólogo natural.

O AquAdvantage, nome dado ao salmão geneticamente modificado, foi produzido pela AquaBounty, e é um salmão do Atlântico que contém uma hormônio de crescimento de um salmão Chinook e foi inserido em seu genoma, um gene de Zoarces americanus, uma espécie de enguia. O resultado é um peixe que cresce o suficiente para o consumo em cerca de um ano e meio, em vez dos típicos três anos.
Ativistas de segurança alimentar, grupos ambientalistas e a indústria de pesca do salmão, além dos legisladores do Alasca, se opuseram à aprovação do peixe – que ironicamente se referem como “Frankenfish” – e argumentaram que a sua existência poderia abrir a porta para uma ampla gama de alimentos de origem animal geneticamente modificados, potencialmente inseguros. Sabendo que a aprovação da FDA era provável, os críticos conseguiram de algumas das maiores cadeias de distribuição de alimentos, o compromisso de não venderem o peixe.
A FDA disse nesta quinta-feira, que a sua decisão foi “baseada em dados científicos sólidos e uma revisão abrangente”, e que os reguladores estão confiantes de que o peixe geneticamente modificado é tão seguro para o consumo como um salmão do Atlântico normal, sem diferença discernível em seu valor nutricional. Funcionários observaram que a agência realizou reuniões, vasculharam milhares de comentários públicos e realizaram avaliações científicas e ambientais sobre o peixe AquaBounty, antes de finalmente aprová-lo.
“Tudo isso levou tempo”, disse Laura Epstein, um analista sênior de políticas no centro do FDA para medicina veterinária. “Tal como acontece com muitos produtos que são o primeiro de seu tipo, tomamos muito cuidado para ter certeza de que estamos fazendo tudo certo.”
Pescadores de salmão e ativistas ambientais exprimiram preocupações sobre os estragos que poderiam ocorrer se qualquer salmão modificado entrarem em águas oceânicas e acasalarem com salmão do Atlântico selvagem – um cenário que eles dizem que pode ter impactos imprevisíveis e levar à dizimação de populações selvagens. A AquaBounty disse seus peixes são todos do sexo feminino e estéreis, tornando impossível o acasalamento com outro salmão, mesmo que de alguma forma consigam escapar de suas instalações de produção sem acesso ao mar. A empresa argumenta que seu peixe, na verdade, poderia reduzir a pressão sobre as unidades populacionais de peixes selvagens e evitar a sobrepesca de salmão do Atlântico.
O FDA disse que vai exigir o salmão AquaBounty seja criado apenas em ambiente terrestre, contidos em dois tanques de instalações específicas no Canadá e Panamá, e que vai realizar inspeções regulares. A aprovação também não permite que o salmão seja reproduzido ou criado nos Estados Unidos, por enquanto, embora os oficiais do FDA disseram que a empresa poderia ter outros locais de produção aprovados no futuro.
Os críticos argumentam que a aprovação do salmão da AquaBounty poderia abrir as portas para outros animais geneticamente modificados, cada um com suas preocupações com a saúde e problemas ambientais.
Foi uma aprovação falha e irresponsável … Ela estabelece um precedente muito perigoso, dado que nossas agências do governo federal estão mal equipadas para lidar com animais geneticamente modificados”, disse Dana Perls, ativista em alimentos e tecnologia da “Friends of the Earth”, uma rede internacional de organizações ambientais, que tem lutado veementemente contra os esforços da AquaBounty. “Eu acho que é um erro grave e que causará arrependimento.”

Perls disse que seu grupo e outros continuarão tentando prejudicar o mercado do peixe. “É claro: As pessoas não querem comê-lo”, disse ela. “Nós vamos continuar trabalhando com supermercados e varejistas para continuar a ouvir os consumidores que não querem comer este peixe pouco estudado e não rotulado.
Outros acolheram bem a aprovação da FDA, mas ninguém mais do que a empresa que passou duas décadas desenvolvendo o salmão geneticamente modificado. “Estamos emocionados”, disse o presidente-executivo da AquaBounty Ron Stotish. “Achamos que isso é bom para a ciência, é bom para a aquicultura e é bom para os consumidores.”
Stotish assumiu o comando na AquaBounty em 2008, ele disse que agora emprega 21 pessoas, e está perfeitamente ciente da oposição feroz entre muitos ativistas contra o salmão geneticamente modificado da empresa. Mas ele disse que espera ganhar dos críticos com o passar do tempo.

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Discente Jéssica Souza de Engenharia de Pesca entre os finalistas do Desafio SEBRAE 2015

Foto: Ganhadores do Desafio SEBRAE ciclo 2015 do estado do Pará.

Olá comunidade acadêmica do Campus de Bragança/UFPA, é com enorme orgulho que anunciamos que a atual presidenta do Centro Acadêmico de Engenharia de Pesca - CAEP/UFPA - Jéssica Cristina Souza Silva foi premiada neste último domingo (15/11) em Belém com o terceiro lugar estadual no grande evento empreendedor do SEBRAE, o Desafio Universitário Empreendedor ciclo 2015.  Essa etapa estadual contava com a participação de 40 estudantes de diversas instituições e cidades do Estado, para a premiação, foram selecionados os 4 estudantes que apresentaram melhor desempenho e carácter empreendedor, são eles: os alunos Giovani Lisboa (Administração/ UFPA Belém); Jéssica Souza (Engenharia de Pesca/ UFPA Bragança); Joelson Melo (Administração/ Cesupa Belém); e Neuma Matos (Administração/ UFRA Capanema). Eles ganharam smartphones e a viagem nacional para participar da etapa final do jogo, onde irão competir com mais 104 estudantes de todo o Brasil. Os vencedores nacionais ganharão tablets e uma viagem internacional para conhecer um centro de empreendedorismo no Japão.


Foto: Atual presidente do CAEP-UFPA - Jéssica Souza recebendo a premiação de 3º lugar Estadual do Desafio SEBRAE.

Acompanhe a noticia que saiu no SEBRAE: AQUI.

Acesse o facebook: SEBRAE-PA.

Veja também outra reportagem divulgada no site da UFRA: AQUI.

Os membros do Centro Acadêmico estão bastantes orgulhosos, como também diversos estudantes do curso que ser sentiram representados. Lembrando que essa é a segunda vez que um presidente do nosso Centro representa os discentes do Campus de Bragança/UFPA no Desafio. Na primeira vez, o Ex-presidente Aderson Sousa foi premiado com o 5º lugar estadual em 2013. 

O Centro Acadêmico de Engenharia de Pesca (CAEP-UFPA) tendo em vista o quanto tem gerado resultados positivos a participação no Desafio Universitário Empreendedor, que estaremos realizando a partir de 2016 palestras e oficinas na área de empreendedorismo, além de incentiva os demais alunos do Campus de Bragança/UFPA bem como de outros Campis da instituição a participarem desse grande evento do empreendedorismo organizado pelo SEBRAE. 

Aproveitamos para agradecer aos esforços do Prof. Dioniso Sampaio, também Engenheiro de Pesca por incentivar desde o inicio do surgimento do Desafio SEBRAE os discentes do Campus de Bragança/UFPA a participarem, foi devido a seu apoio e incentivo que bons resultados tem sido alcançado, e o mesmo se comprometeu em ajuda em nossas palestras em 2016. 

Foto: Prof. Dioniso Sampaio, Jéssica Souza e Aderson Sousa.

Conheça sobre o Desafio empreendedor no site: desafiouniversitarioempreendedor

Relembrando que o CAEP já vem atuando nessa frente do empreendedorismo a algum tempo, aproveitamos aqui para convidar os estudantes e qualquer pessoa interessada em participar no período de 23 a 26 de novembro de 2015 do curso de Comunicação Oral, esse curso será ofertado pelo SEBRAE-PA (Bragança) resultado de uma grande parceria do grupo com o SEBRAE.

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Centro Acadêmico de Engenharia de Pesca cadastrado na Plataforma Santos.

O Centro Acadêmico de Engenharia de Pesca (Caep-Ufpa) é o primeiro Centro Acadêmico da Universidade Federal do Pará, Campus Bragança, a realizar o cadastro na Plataforma Santos.


A Plataforma Santos é nova base de dados lançada pela Diretoria de Assistência e Integração Estudantil (DAIE) da Pró-Reitoria de Extensão (Proex), busca unir informações referentes às Entidades Estudantis como Centros e Diretórios Acadêmicos.

É por meio desta Plataforma que as Entidades Estudantis podem conseguir financiamento para realizar eventos e solicitar ônibus para viajar a congressos, encontros acadêmicos entre outros eventos.

Mais informações acesse: proex.ufpa.br/plataformasantos