sexta-feira, 29 de março de 2013

XVIII CONBEP 2013 - Paulo Afonso





Olá graduandos de Engenharia de Pesca e  alunos de cursos Técnico em Pesca, Aquicultura, Recursos Pesqueiros e demais áreas afins, aos poucos estão sendo liberados informações atualizadas sobre a Décima Oitava edição do Congresso Brasileiro de Engenharia de Pesca - XVIII CONBEP, sendo este a ocorre na cidade de Paulo Afonso no Estado de Bahia, no período de 20 a 24 de outubro de 2013 com a temática  Engenharia de pesca: responsabilidade socioeconômica e ambiental para o desenvolvimento da pesca e aquicultura

Veja as taxas de inscrição por categoria



Pré-Programação do Evento

1 - Conferências:



2 - Mini-cursos



3 - Mesas-Redonda:



4 - Palestras:



Para mais informações sobre o evento entre em contato com os organizadores. Infelizmente ainda não se tem um site oficial do evento, parece que no final do mês de abril o site estará no ar, ficaremos aguardando, mais para o momento já existe uma conta no Facebook sobre o CONBEP, veja aqui https://www.facebook.com/congresso.pesca?fref=ts . 

informações: 
(75) 9100-9298
(71) 9262-7102

quinta-feira, 28 de março de 2013

Programação da Semana do Calouro 2013


Olá Calourada de 2013, sejam bem vindos a Universidade Federal do Pará - Campus Universitário de Bragança, estamos tornando público a programação geral da Semana do Calouro 2013 e a programação especifica para os Calouros do curso de Engenharia de Pesca.

A programação tem início dia 01 de abril de 2013, sendo este dia voltado para todos os calouros do Campus de Bragança/UFPA e no dia 2 a 5 de abril de 2013 e a programação específica para os calouros de Engenharia de Pesca, para os demais estudantes do Campus procura a diretória da faculdade de seu curso para obter detalhes da programação específica.

A muitos anos a programação específica para os calouros do curso de Engenharia de Pesca vem sendo organizada pelo grupo PET-Pesca, tendo um planejamento cuidadoso, para melhor receber e informar os novos alunos a respeito desse grandioso curso, com organização de visitas técnicas em empreendimentos do ramo profissional de um Engenheiro de Pesca, tais como piscicultura, ostreicultura, indústria de processamento de pescados entre outras, palestra explicando o que é o curso de Engenharia de Pesca, com informações sobre o curso, mercado de trabalho, as disciplinas (grade curricular), aulas práticas em laboratórios e em campo, estágios e etc. Portanto, e importante a participação dos Calouros 2013, onde poderão vivência nesse primeiro momento as áreas de atuação de um profissional Engenheiro de Pesca, conhecendo também as entidades estudantis que fazem parte da Faculdade de Engenharia de Pesca de Bragança/UFPA (Grupo PET-Pesca e o Centro Acadêmico de Engenharia de Pesca).



A programação geral do Campus de Bragança conta com o apoio da Secretaria Municipal de Saúde de Bragança - SEMUSB, ocorrendo nos dias 05, 09 e 10 de Abril de 2013, com palestras sobre DST's e distribuição de camisinhas, vacinação, verificação de pressão arterial entre outras. VEJA PROGRAMAÇÃO DA SEMUSB. 

A biblioteca do Campus de Bragança também estará com atividades para os novos alunos da UFPA, ofertando algumas oficinas como: Normalização de trabalhos acadêmicos, Livros eletrônicos, Portal Capes, etc.. Veja PROGRAMAÇÃO DA BIBLIOTECA. 



sábado, 23 de março de 2013

Conheça o trabalho dos pescadores de mapará no rio Tocantins


Reportagem interessante sobre o trabalho cooperativo de uma comunidade para a superação de problemas, tendo como resultado o bem estar de todos da comunidade e a preservação do ambiente aquático  garantindo a perpetuação da única ou a mais importante fonte de renda dos moradores. São essas ações que órgãos governamentais, instituições, ONGs e etc. deveriam está acolhendo, orientando e apoiando financeiramente, para que tais práticas continuem. A reportagem poderia ter sido bem melhor, mais já valeu a iniciativa de mostra o trabalho da comunidade.


Fonte: É do Pará

Trabalho exige paciência, vigor físico e conhecimento. Pescadores também precisam preservar a natureza.



A pesca do mapará, peixe típico dos rios da Amazônia, exige paciência. Os pescadores se reúnem no rio Tocantins na escuridão da madrugada, usando a lua como fonte de iluminação, em barcos de médio porte, como as rabetas, e até canoas, que se movem com a força dos braços dos ribeirinhos.
O grupo vai aumentando conforme a comitiva desce o rio. Ao longo do caminho, existem locais com profundidade de até 23 metros, e são nesses poços que os cardumes de mapará costumam ficar. Encontrar o local ideal é função do taleiro, que geralmente é o pescador mais antigo e experiente da comunidade. Depois de horas baixando a corda e mergulhando a vareta, o taleiro dá o sinal e começa o trabalho pesado.
Os ribeirinhos remam com toda força para soltar a rede e cercar o cardume antes que os peixes fujam. Essa ação é chamada de borqueio. Enquanto isso, outros pescadores batem na água para encurralar os peixes dentro do cerco. A água é barrenta, e por isso a visibilidade é quase zero, por isso, é impossível ver o trabalho dos mergulhadores, que são responsáveis por amarrar a rede - uma tarefa difícil e perigosa.
A rede começa a ser puxada após a amarração. Conforme a malha vai subindo, o cardume vai aparecendo. Depois da pesca, todos se reúnem para partilhar os peixes. A divisão é feita no meio do rio.
Esta divisão ocorre há cerca de quatro anos, quando os ribeirinhos passaram a se reunir em associações. Agora, além de pescar eles também são responsáveis pela preservação do meio-ambiente, uma parceria que dá certo porque com a manutenção da fauna dos rios, o ribeirinho terá sempre sua principal fonte de renda.

Ciclo de Palestras em Bragança!


quarta-feira, 6 de março de 2013

Comunidade acadêmica elege política pública como tema para Semana do Calouro


“Política Pública e Desenvolvimento Local” será o tema da Semana do Calouro 2013, escolhido pela comunidade acadêmica, por meio de uma enquete virtual, realizada pela segunda vez na UFPA. A enquete foi elaborada pelas Pró-Reitorias de Extensão (Proex) e de Ensino de Graduação (Proeg). A temática deverá ser referência para vários eventos no decorrer do ano.
De acordo com o pró-reitor de Extensão, Fernando Arthur, o tema foi sugerido porque é importante fazer com que a transferência de tecnologia para a sociedade se debruce sobre as mais diferentes áreas: habitação, saúde, saneamento, alimentação e nutrição, escola, educação, cultura e lazer, entre outros. É importante compreender o local de execução das políticas públicas, visando ao desenvolvimento próprio. “O tema reconhece a necessidade de tapar abismos, uma vez que é necessário o diálogo da universidade para a formação de políticas públicas. Ele, da mesma forma, reúne, de maneira interdisciplinar, institutos e campi diferentes”, afirma.
Recepção - No dia 4 de abril, a UFPA realiza a recepção oficial dos calouros 2013. A programação inicia às 7h, com o credenciamento no Centro de Eventos Benedito Nunes. Para receber o kit do calouro, o aluno deverá trazer 1 kg de alimento não perecível e apresentar comprovante de sua Habilitação. Além disso, no mesmo dia, será realizada a doação de sangue, no posto móvel do Hemopa, para aqueles com interesses em doar.
A programação da aula também conta com apresentação dos dirigentes da Reitoria e das Pró-Reitorias, às 9h. Logo após, às 9h30, será dado o início à cerimônia de recepção, seguida pela entrega da premiação aos primeiros colocados do Processo Seletivo. Às 11h, será dado início à programação cultural promovida pela Proex.
Durante o ano -  De acordo com a coordenadora de Apoio ao Discente (CADIS) da Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (Proeg), Rita Véras, responsável pela Programação do Calouro, “desde o ano de 2012, foi detectado – após reuniões - que o calouro tinha muita ansiedade e curiosidade em ser recebido pelos gestores da Instituição, ou seja, pelo reitor e pelos pró-reitores. A partir daí, iniciamos um trabalho de socializar o tema/evento com esses gestores (enviando convite a todos), para que cada um contribuísse com uma abordagem sobre o assunto. Lembramos, ainda, que, anualmente, o tema escolhido, após enquete, norteia as ações que serão desenvolvidas durante o ano, iniciando sempre com o evento “Recepção do Calouro”, explica Rita.
Confira aqui a programação do evento.
Texto: Fábia Sepêda – Assessoria de Comunicação da UFPA
Arte: Divulgação / evento

Aos Calouros dos cursos do Campus de Bragança aguardem que logo estaremos divulgando a programação, e aos calouros do curso de Engenharia de Pesca estaremos divulgando esse mês a programação específica, aguardem que teremos muitas novidades!

domingo, 3 de março de 2013

UE aprova cronograma para fim do descarte de pesca acidental

Fonte: S.O.S. Save Our Seas!

Até 2019, prática deverá ser totalmente proibida nas águas territoriais e barcos da União Europeia, definiram os ministros da Pesca dos países-membros. Atualmente, 40% dos peixes capturados são devolvidos mortos ao mar.
Com uma abrangente reforma, a União Europeia (UE) procura mudar o rumo de sua política de pesca e proibir a prática do descarte de peixes capturados indesejadamente, já que na maioria das vezes tais peixes estão feridos ou mortos ao chegar de volta à água.
De acordo com o negociador-chefe da proposta em Bruxelas, o ministro irlandês da Pesca, Simon Coveney, o acordo conseguido na madrugada desta quarta-feira (27/02) irá “mudar a forma como se pesca na Europa.”
Mas existem exceções, e parte do pescado ainda poderá ser descartado. Ulrike Rodust, deputada social-democrata no Parlamento Europeu, critica que a proibição tem lacunas, porque o consenso entre os ministros prevê uma redução de 7% ao longo de vários anos, de 2014 a 2019. Além disso, a nova legislação será introduzida de forma gradual nas diferentes águas territoriais europeias.
Parte da indústria pesqueira alemã saudou o resultado. Graças à proibição do descarte, futuramente, será possível precisar as reais cotas de pesca, disse em Hamburgo o diretor do Centro de Informação sobre o Peixe (FIZ, na sigla em alemão), Martin Keller.
Também faz parte da reforma a definição de cotas sustentáveis de pesca, ou seja, futuramente só poderá ser pescada a mesma quantidade de peixes que vão crescer futuramente. Os ministros já haviam concordado sobre essa decisão no ano passado.
Os países-membros da UE terão agora de negociar o acordo com o Parlamento Europeu. Até fins de junho, a Irlanda pretende que a proposta seja aprovada.

Quase metade do pescado volta para o mar
Em média, em todo o mundo, os pescadores capturam acidentalmente uma enorme quantidade de peixes. Num grande barco de camarão, por exemplo, os pescadores jogam fora todos os animais marinhos que não sejam camarões. A organização ambiental WWF estima que 40% de todos os peixes capturados voltam à água. Esses animais não sobrevivem – eles morrem devido à rápida mudança de pressão ao serem puxados pelas redes.
A planejada proibição do descarte na União Europeia deverá, agora, garantir a preservação das espécies. A proibição deverá valer tanto para grandes traineiras quanto para pequenas empresas familiares. Em vez de jogar o peixe no mar, eles deverão ser levados para terra, para ser vendidos como alimento ou ser transformados em farinha de peixe.
A proibição deverá valer em águas territoriais da UE, como também para todos os navios dos países-membros do bloco que pescarem em outras águas, por exemplo, na costa da África ou da Groenlândia. Como a UE dispõe da quinta maior frota pesqueira do mundo, chega-se assim muito mais próximo da meta de se acabar com a sobrepesca.

Pesca excessiva na África
Para a União Africana, a sobrepesca também é um tema importante. Em muitas regiões costeiras africanas, o peixe é a principal fonte de alimentos. Somente populações intactas de peixes podem garantir a segurança alimentar na região. Por esse motivo, o programa Parcerias para as Pescas Africanas promove a pesca sustentável em todo o continente.
Nesse contexto, a captura acidental assume um papel cada vez mais importante, mesmo que a quantidade pescada pelos africanos seja bem menor que a dos europeus. O número de grandes barcos industriais na África é menor que na Europa. A maioria dos pescadores aproveita quase todos os peixes que vêm a bordo – seja pelo consumo próprio ou pela venda.
“O grande problema na África é a pesca ilegal”, afirmou Alex Benkenstein, pesquisador marinho no Instituto Sul-Africano de Assuntos Internacionais. “Muitos pescadores sem licença capturam peixes cujas populações estão ameaçadas. Além disso, muitos dos pescadores licenciados capturam mais peixes do que devem, contribuindo assim para a pesca excessiva.”

Menos captura acidental – grandes problemas
A eurodeputada Ulrike Rodust redigiu a proposta de proibição do descarte. Ela afirmou entender que sua proposta pode trazer dificuldades para os pequenos pescadores de camarões do Mar Mediterrâneo. Ela explicou, no entanto, que “agora não é o momento de dificultar ainda mais a vida dos pescadores”, disse, “mas fazer com que, um dia, as populações de peixes se regenerem.” Segundo Rodust, um estudo constatou que 37 mil novos postos de trabalhos serão criados até o ano 2032, caso as novas regras sejam seguidas.
Quando os pescadores voltam aos portos após uma jornada de 12 horas de trabalho, eles se perguntam como as novas regras irão influenciar seu cotidiano. Os Estados-membros da UE aprovaram a nova política de pesca, mas terão agora que negociar com o Parlamento Europeu, que terá ainda de aprovar a proposta.